domingo, 13 de maio de 2012

DIA DAS MÃES SEM MARIA!!!


Hoje é o DIA DAS MÃES, e está sendo um dia difícil pra mim, por mais que tente parecer mais forte, o fato é que definitivamente está sendo muito doloroso não ter a minha filha ao meu lado..Não vejo a hora de esse dia terminar, não porque  que tenha a ilusão de que minha dor irá desaparecer como num passe de mágica, não esquecerei de minha filha por um instante sequer e sofrerei com a sua ausência indefinidamente. O fato é que estou farta dessa felicidade inventada, artificial e que não coaduna com o momento que estou passando. Nunca pensei de passar um dia tão especial como esse sem minha filha. Lamento que por conta de um erro judicial me veja obrigada a passar o dia das mães sem Maria!
Desculpa, mas estou um tanto amarga hoje...mas vai passar, com fé em Deus! 

Beijo grande a todas as mamães!




.............................................................................................

Mães são essas criaturas especiais, que Deus dotou com um pouco de cada virtude, para atender as criaturas, não menos especiais, que são as crianças.

As mães adivinham que a sua missão é a mais importante da face da Terra, pois é em seus braços que Deus deposita Suas jóias, para que fiquem ainda mais brilhantes.

Talvez seja por essa razão que Deus dotou as mães com sensibilidade e valentia, coragem e resignação, renúncia e ousadia, afeto e firmeza.

Todas essas são forças para que cumpram a grande missão de ser mãe.

E ser mãe significa ser co-criadora com Deus, e ter a oportunidade de construir um mundo melhor com essas pedras preciosas chamadas filhos.(desconheço o autor)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dia das Mães sem minha filha.


Dia das Mães sem minha filha.


Domingo, é o dia das mães, e pela primeira vez, não há motivos para comemorações aqui em casa. Embora tenha uma mãe maravilhosa, e mais uma filha fantástica, não posso festejar essa data como fiz todos esses anos, antes como filha, e há  alguns anos também como mãe.
Dia 19 de maio completar-se-a  cinco longos e tenebrosos meses que não vejo minha filha. Além disso, e para piorar a situação, também não tenho qualquer notícia de Maria Clara, não sei se minha filha está bem, se tem chorado,  se está bem de saúde física. Emocionalmente, com certeza ela não está bem. Que criança estaria bem depois de  ser arrancada dos braços da mãe às vésperas de natal, sem que lhe fosse dada qualquer explicação, sem que  fizesse um acompanhamento psicológico de forma a prepará-la para o pior!
Lamentavelmente, a juíza substituta da 11ª Vara Federal, Ana Carolina Dias Fernandes, sequer se dignou a  cuidar verdadeiramente dos interesses superiores da criança, pois se assim o fizesse não agiria com  tamanha crueldade com minha filha e comigo. A verdade, é que a  magistrada Drª Ana Carolina Dias Fernandes, foi precipitada, arbitrária e cruel. Por conta de uma liminar de  antecipação de tutela ex officio, concedida pela magistrada, e que passada algumas horas foi revogada pelo TRF, minha filha hoje encontra-se em Portugal. O que sinceramente acho absurdo nessa decisão da juíza, é como uma magistrada age de forma tão irresponsável , precipitada num caso como esse, que envolve interesse de menor e além disso,  envolve dois estados Brasil e Portugal. O problema, é que embora tenha sido revogada a liminar, e ainda que haja uma decisão do TRF que ordena o retorno imediato da menor ao Brasil, até a presente data não foi cumprida a decisão. O Brasil não tem jurisdição em Portugal, portanto as decisões existentes aqui no Brasil, não obrigam Portugal a cumpri-las. Por conta disso, é necessário o envolvimento do Ministério das Relações Exteriores, de todo um trabalho diplomático, para que se viabilize  o cumprimento da decisão e assim, possibilite o retorno de minha filha ao Brasil.
Tenho consciência que não é uma situação fácil, porém, tenho convicção que se houver boa vontade, interesse do Estado brasileiro de agir com diligencia, tudo poderá se resolver da melhor forma possível.
O que lamento profundamente, é que por conta dessa trapalhada da magistrada, eu me veja privada do convívio com a minha filha, dos carinhos, dos beijos, de poder  abraçá-la e de dormir agarradinha com ela, como fazia todas as noites. Lamento profundamente, que um processo  delicado, que envolve um desgaste emocional imenso, em que não há vencedores, pois  na realidade, todos nós perdemos muito.
A verdade, é que minha filha  foi tratada pela justiça brasileira como um objeto, e não como um ser humano, que tem sentimentos e vontades. Maria Clara, queria estar aqui no Brasil comigo e com a família dela. Aliás, ela afirmou claramente isso para a psicóloga que foi designada para  examina-la, e  consta essa observação no laudo pericial. Por que a juíza não levou em consideração a vontade de Maria Clara? Não é ela o elemento principal desse processo?
A convenção de Haia prima pelo interesse superior da criança, leva em consideração o bem-estar, a saúde física e psíquica. Sinceramente, afirmo-lhe que minha filha não está feliz, emocionalmente equilibrada  estando distante da mãe, da família, dos amigos que tem aqui no Brasil. Maria Clara hoje é vítima de ALIENAÇÃO PARENTAL!!! Preocupo-me, com os traumas que podem resultar desse processo de isolamento emocional que o pai da minha filha tem de forma cruel e irresponsável, imposto a minha filha.
Sou MÃE  de Maria Clara, carreguei no meu ventre durante longos e sofridos meses. Passei a gravidez em cima da cama, com dores terríveis, pressão alta, hemorragias, com um diagnóstico de hematoma na placenta, e além disso, o fato de ter perdido um bebê meses antes de engravidar de Maria, fez-me  redobrar os cuidados. Além disso, o fato de na  minha primeira gravidez eu ter sofrido de pré-eclampsia foram longos e sofridos meses, de angústia, e medo de perder o bebê. A minha gravidez foi de alto risco e ainda assim, com todo o sofrimento, tive a minha filha e amei-a desde o primeiro instante, e embora  no dia 12 de agosto de 2005 tenham cortado o cordão umbilical que nos unia, a verdade é que sempre estivemos juntas!
Acho importante  que as crianças tenham bom relacionamento com o pai, que convivam e que participem um da vida do outro. Mas mãe é um ser especial, uma fonte inesgotável de amor, de vida. Dizem os antigos, que ser mãe é padecer no paraíso. E eu completo;ser privado do amor de um filho, é como se arrancassem-nos o coração do peito e levassem-no para bem longe. A gente sobrevive, mas não vive!!  Só há paz no coração de uma mãe quando temos o filho "perto dos olhos", porque perto do coração ele sempre há de estar.
E por falar em filha, lembrei-me da minha mãe, que sempre está ao meu lado nos momentos mais difíceis, nas alegrias e nas tristezas. Se não fosse o apoio dela, nesse momento tão sofrido, com certeza  não teria forças para lutar. Minha mãe é uma força da natureza, e é ela que diante do meu sofrimento, tem me passado vibrações positivas, fé em Deus e na justiça. Sem minha mãe, meu caminho seria mais sofrido, o fardo que carrego seria ainda mais pesado, e esse vazio que hoje sinto no peito, me faria sucumbir ao desespero.
As mulheres da minha família são muito especiais, fortes, amorosas e também determinadas. Além disso, minha família  tem a religiosidade presente em todos os bons e maus momentos das nossas vidas. Aprendi com a minha avó a rezar todas as noites, pedir  proteção a Deus e para Nossa Senhora, que cuide de mim e livre-me de todo mal. Porém, desde que fui mãe, nas minhas orações peço pelas minhas filha e pela minha família, e nem me lembro de pedir nada para mim. Entendo que não tenho direito de pedir nada para mim, pois ao pedir que Ele proteja  as minhas filhas, na realidade estou pedindo que Deus cuide da melhor parte de mim!




segunda-feira, 30 de abril de 2012

CASO MARIA CLARA E CASO SEAN- Dois pesos e uma medida!


Penso que Sean hoje é uma criança que não demonstra qualquer emoção, é frio e distante. Contudo, a verdade é que foi feita justiça, é com o pai que o menino deve ficar, pois a mãe faleceu. O que acho curioso é como age a justiça brasileira quando envolve interesses de ricos e poderosos. Digo isso pq estou passando por situação semelhante, e o desfecho é escandaloso, arbitrário. Sou brasileira e , minha  filha MARIA CLARA tambem é brasileira, fruto de relacionamento com um Português, agora em dezembro,  a juíza Ana Carolina Dias, ordenou que eu entregasse minha filha ao cônsul português dq de Salvador. Embora já detivesse a guarda de minha filha na justiça estadual, no dia 19/12/2011 as vésperas de Natal , Maria foi entregue ao cônsul e horas depois já estava a caminho de Portugal. No dia seguinte a decisão da juíza foi revogada pelo TRF que ordenou o retorno imediato de minha filha ao Brasil. Mas era tarde, Maria já estava em Portugal. Hoje 4 meses depois, sem qq noticia de minha filha, luto para que seja cumprida a decisão  do TRF. Senhores, nem sequer houve audiência, não tive direito a defesa, a contraditar o que foi dito por Eurico , tiraram a minha filha como quem retira um objeto. O genitor de Maria é rico e influente, e sempre afirmou que compraria quem fosse preciso pra ter a filha com ele.
O FATO É QUE ELE CONSEGUIU, MESMO EXISTINDO QUEIXA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA AQUI, DOCUMENTOS QUE ATESTAM QUE FUI HOSPITALIZADA DE EMERGÊNCIA EM PORTUGAL, NADA DISSO FOI LEVADO EM CONSIDERAÇAO. UM AGRESSOR , CRIMINOSO CONSEGUIU O QUE QUERIA..DEIXOU DE ME TORTURAR FISICAMENTE PRA FAZE-LO EMOCIONALMENTE, E COM O AVAL DA "JUSTIÇA" BRASILEIRA.
Por que eu não tive direito de defesa? Pq no caso de Sean, em que a mãe já tinha falecido ainda se arrastava o processo, qd o correto era entrega-lo ao pai? Por que a juíza proferiu a decisão através de uma liminar de antecipação de tutela EX OFFICIO , (o que é vedado pelo art 273 cpc)? E a Sedh, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, através de Dr. Patricia Lamego, que afirmou que sequer sabia que a minha filah não estava no Brasil, e que não é comum antecipação de tutela num caso como esse, justamente por conta da precaridade da liminar, e da possibilidade de que seja revogada, e nesse caso, como o Brasil não tem jurisdição em Portugal dificilmente se revertera. Por que não encontro apoio das organizações de DH, de apoio a mulher, do Estado brasileiro que deveria defender seus cidadãos. E a mídia nacional, pq nao denuncia um escândalo desses? Infelizmente, chego a conclusão que aqui no Brasil, bom é ser criminoso, qt mais reprovável o crime, melhores advogados se consegue gratuitamente. Olha Battisti, assassino, que o Brasil acolheu contrariando os acordos internacionais, alheio a dor das famílias das vitimas na Italia.
POR QUE FUI PERSEGUIDA E  INJUSTIÇADA, NO MEU PRÓPRIO PAÍS? CONTINUO NA LUTA E TENHO FÉ EM DEUS , NA JUSTIÇA DIVINA QUE VOU TER A MINHA FILHA DE VOLTA. PORQUE A JUSTIÇA BRASILEIRA HÁ MUITO ME ABANDONOU!!!
 

-------------------------------------------
Assinem o abaixo- assinado- Vamos trazer MARIA CLARA DE VOLTA!
Trata-se de uma petição pública, o link está logo abaixo!
http://peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N18418


Obrigada pelo apoio!



quarta-feira, 25 de abril de 2012

De todos os direitos de uma mulher, o maior é ser mãe.

Venho prestar o meu apoio incondicional a Roberta Santalucia, brasileira, mãe de Lucas,e que atualmente foi INDICIADA POR CRIME DE DESOBEDIÊNCIA por recusar-se a entregar seu filho Lucas às autoridades, para que seja enviado para a Suécia. Importante destacar, que na Suécia Roberta é acusada de crime de sequestro, inclusive há uma ordem de prisão contra ela, ou seja, caso entregue seu filho não poderá sequer visita-lo, pois seria imediatamente presa! Infelizmente Roberta, assim como eu, somos mães brasileiras,perseguidas em nosso próprio país, em nome de uma Convenção Internacional, que é aplicada sem critério, sem observar o caso concreto, onde o direitos humanos consagrados pela nossa Constituição Federal são desrespeitados, e o direito de defesa cerceado. Enfim, Roberta é  mais uma vítima do judiciário brasileiro. Força querida,  lute pelo seu filho, não o entregue às autoridades brasileiras, pois se o fizer, acontecerá o mesmo que aconteceu comigo. Nunca mais terá notícias de seu filho, será um órfão de mãe viva, tal e qual a minha filha MARIA. Depois de passar por tudo que passei, entendo que o Brasil, a justiça brasileira é para os politicamente influentes e os financeiramente abastados! 





---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
BREVE RELATO DO CASO: 

Desde o início de 2008, o menino Lucas Aagesen está no centro de uma acirrada briga entre sua mãe brasileira, a psicóloga Roberta Santalucia, e seu pai, o economista e funcionário público dinamarquês Soren Aagesen. Enquanto brinca pela casa onde mora, em Atibaia (cidade a 65 quilômetros de São Paulo), o menino brasileiro de 3 anos é o centro de uma batalha judicial que inferniza a vida de seus pais. O casal decidiu romper de vez em maio de 2008, quando Roberta pegou Lucas e deixou a casa de Soren em Malmö, na Suécia, com destino ao Brasil. O que se seguiu à viagem foi uma enxurrada de ações movidas por Soren e uma decisão que deixou Roberta perplexa: a Justiça sueca classificou o retorno de Lucas como “crime grave” e decretou a prisão da brasileira. Ela agora faz parte de uma lista da Interpol e pode até ser presa se sair do Brasil.

Qual teria sido o crime cometido pela mãe de Lucas? A julgar pelas definições da Convenção de Haia, invocada pela promotoria sueca, Roberta sequestrou o próprio filho quando deixou a Suécia sem a autorização do pai do menino. Esse é o argumento de Soren. A mãe de Lucas tem outra versão. “Eu não deixaria a Suécia sem seguir todas as orientações da embaixada brasileira”, disse Roberta. Ela conta que só voltou ao Brasil porque o próprio Soren assinou um documento oficial da embaixada brasileira autorizando o retorno da criança. Ela também já havia obtido a guarda provisória de Lucas na Justiça brasileira. A defesa de Roberta diz que a Justiça sueca ignorou os documentos e que a decisão de prendê-la é uma afronta à soberania das leis brasileiras. O processo que definirá a guarda definitiva de Lucas corre em segredo de Justiça e se arrasta em várias frentes, no Brasil e na Suécia. Mas como no caso de Mônica e Bruna, essa história vive a mesma assimetria: dependendo do país, Roberta pode ser considerada culpada ou inocente. Na Suécia, sua prisão continua valendo. No Brasil, ela conseguiu a guarda provisória do filho e foi inocentada pelo crime de sequestro descrito na Convenção de Haia. Uma medida cautelar de busca e apreensão de Lucas chegou a ser autorizada, mas outra decisão da Justiça federal anulou a ação.

Uma questão importante considerada pelos juízes é como a criança está vivendo no momento da decisão judicial. Mesmo depois de anos de disputas, ela geralmente já está adaptada a um lar. Uma vez estabelecidos vínculos com uma família e um país, torna-se mais difícil retirá-la dali – ainda mais quando as visitas do outro pai são raras, o que é comum. As famílias brasileiras entrevistadas garantem que sempre deram acesso às crianças para que o ex-cônjuge as visitassem. Os americanos Goldman e Pate disseram a ÉPOCA que não vieram ao Brasil por terem sido orientados por seus advogados a não cair em uma “cilada judicial”. Isso significaria dizer que, se a presença paterna tivesse sido caracterizada como “constante”, talvez eles perdessem a chance de que seus processos fossem julgados em seus próprios países.

Mas o que, afinal, está em jogo? Não é o bem-estar desses meninos e meninas? Para complicar ainda mais, cada lado se apoia em diferentes resoluções dos tribunais de cada país. Na Europa, para amenizar esse conflito judicial, foi criada no Parlamento Europeu uma instância mediadora apenas para cuidar desses casos. A melhor solução, como já diz a Convenção de Haia, é aquela que contempla a criança, e não a vontade dos pais. Muitas vezes, nessa guerra raivosa, isso é esquecido. Fonte: Época

terça-feira, 17 de abril de 2012

ALIENAÇÃO PARENTAL- Órfã de mãe viva!!

Precisamos no Brasil de mais juizes que tenham consciência de que o Direito deve ser um instrumento de realização da justiça e não somente da aplicação da letra fria de lei. De menos juizes tecnicistas, legalistas Carecemos de magistrados que hajam com mais humanidade e consciência social. Para que erros judiciais como o que aconteceu comigo sejam evitados.
Continuo aguardando um posicionamento do Ministério das Relações Exteriores a respeito do retorno de minha filha ao Brasil, como foi determinado pelo TRF. Enquanto isso, continuo sem qualquer contato com a minha filha. Gostaria de uma posição mais firme da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, pois nesse momento, o silêncio é ensurdecedor!!! De todos é sabido, as devastadoras consequencias provenientes da ALIENAÇÃO PARENTAL em uma criança de  apenas 6 anos de idade, e Maria,  nesse momento, está  cerceada de qualquer contato comigo que sou sua genitora.Maria está órfã de mãe viva!!!
 No próximo dia 19/04/2012 completar-se-a 4 meses que minha filha foi levada para Portugal e mesmo existindo uma decisão proferida no TRF que ordena o retorno imediato da menor ao Brasil, até o presente momento MARIA não retornou. Portugal , segundo informações que obtive junto a DPU, apenas disse que o genitor já está ciente da decisão brasileira e que o advogado dele iria recorrer. Recorrer de uma liminar de Antecipação de Tutela que foi concedida de oficio (Vedado pelo art. 273 CPC)??? Isso só pode ser uma piada de mal gosto, uma excrescência!
Enquanto isso, o tempo vai passando e continuo a espera que seja feita JUSTIÇA, que o Brasil se digne a defender os seus cidadãos. Eu e minha filha somos brasileiras, MARIA CLARA nasceu no dia 12 de agosto de 2005, no Hospital Aliança de Salvador, Bahia, Brasil.
Sinto-me abandonada pela justiça brasileira, hoje, sinto revolta, indignação. Infelizmente nasci no Brasil, porque com toda certeza, se fosse cidadã americana, as coisas seriam bem diferentes. De certo que nesse momento, MARIA já estaria de volta e o genitor dela estaria preso por todas as agressões físicas e psicológicas que cometeu contra mim. O que aconteceu comigo é uma vergonha, e abre precedentes para que qualquer estrangeiro possa agredir suas esposas brasileiras, e sair impune. A bem da verdade, o agressor é ele, e ele é o culpado, o criminoso, porém, aqui no Brasil, quem está cumprindo a "pena" sou eu. Uma pena cruel, de afastamento total de minha filha. Isso para uma mãe é uma tortura diária, uma ferida que não sara nunca, é morrer-se aos poucos, lentamente...

Do luto à luta!!!

Adriana Botelho ( mãe e guerreira incansável por justiça)




https://www.facebook.com/JusticaMariaClara 

sábado, 24 de março de 2012

CASO MARIA CLARA: Onde está MARIA??!!!

ONDE ESTÁ MARIA???
Não tenho quaisquer notícias da minha filha, faz 3 longos meses....
Continuo lutando por minha filha, sei que a justiça brasileira deixa muito  à desejar, mas creio que se deixar de lutar, só darei mas motivos para que a injustiça reine nesse país. O Ministério Público Federal precisa ser mais atuante em um caso que envolve  a vida de uma menor, brasileira e que de forma arbitraria foi retirada do país. Portugal, até o presente momento  não manifestou qualquer intenção em fazer valer o princípio da reciprocidade. Em contrapartida, o Brasil anda a dormir e enquanto isso, o tempo passa e nada de Maia....
É nessas horas, que lamento imensamente não ter nascido nos EUA. Tenho convicção que  num caso como o meu, que envolve violência doméstica, humilhações, racismo e toda sorte de ameaças, jamais, em tempo algum,qualquer outro país tiraria a minha filha e entregariam a um louco, psicopata e  sádico. Aqui no nosso país, infelizmente, a canalhice, a agressividade , enfim, a violência é premiada.  A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, precisa atuar com maior empenho nesse caso.Portugal precisa agir pautado pelo princípio da reciprocidade, como pode agora se eximir de reconhecer a existência de uma decisão da justiça brasileira qua ordena o retorno de MARIA CLARA imediatamente??? Então o principio da reciprocidade não é de via dúplice? Parece que não, porque até o presente momento, embora já tenha ciencia da decisão do TRF, assim como Piatos, o Ministerio das Relações Exteriores de Portugal "lavou as mãos." 
E agora, em que ficamos? A juíza Ana Carolina Dias Fernades foi induzida a erro, e concedeu uma liminar de ANTECIPAÇÃO DE TUTELA EX OFFICIO (o que é vedado pelo art. 273 do CPC), e com essa infeliz e precipitada  decisão foi oportunizado ao genitor de MARIA  tirá-la do país em questão de horas. O fato é que houve um erro judicial, e urge que seja corrigido, pois tanto eu como MARIA estamos sofrendo as consequencias dessa cruel decisão.
Eu e minha filha,estamos afastadas, incomunicáveis... 
O PAI DE MINHA FILHA POR PURA VINGANÇA TEM MANTIDO A MINHA FILHA SEM QUALQUER CONTATO COMIGO OU COM QUALQUER OUTRO MEMBRO DA MINHA FAMILIA, ISSO É ALIENAÇÃO PARENTAL!!!
Um dia minha filha vai saber  tudo  que aconteceu, a verdade real e não essa verdade inventada pelo genitor dela. Até lá, sigo em frente em busca de justiça e que de repente alguém me ajude nessa luta!!!!


Mamãe te ama, filha!!!

terça-feira, 20 de março de 2012

CASO MARIA CLARA: 3 MESES SEM MARIA!!!

Ontem, dia 19 de março, completou 3 meses que minha filha Maria Clara foi levada pelo pai para Portugal e ainda não retornou ao Brasil,  como foi determinado pelo TRF. 
Soube recentemente, que a juíza Ana Carolina Dias Fernandes foi substituida por outra juíza. Porém, até o presente momento a realidade em nada mudou...o genitor da minha filha embora saiba da decisão aqui existente, recusa-se a cumpri-la.Além disso, o Estado Português embora tenha sido informado da decisão que ordena o retorno de Maria ao Brasil, apenas informou que o genitor da minha filha já estava ciente e que o advogado dele iria recorrer. Recorrer, como??? De uma liminar de antecipação de tutela ex officio????
A decisão judicial tem que ser cumprida, e Portugal tem que viabilizar o retorno de minha filha. Afinal, como fica o principio da reciprocidade???? É via una??? 
E os Direitos Humanos aqui no Brasil , será que só existe para proteger bandidos? Assassinos italianos e PORTUGUESES agressores de mulheres

Há uma semana, a DPU teve a confirmação de que autoridades portuguesas já estavam cientes da decisão do TRF1 que ordenou a volta da criança ao Brasil. Por meio de ofício, a coordenadora-geral da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Patrícia Lamego, comunicou as autoridades portuguesas quanto à reforma da decisão e pediu informações sobre o estado de saúde da menor e sobre sua adaptação à família paterna.
 
Em resposta ao Brasil, a chefe de divisão do Ministério da Justiça de Portugal, Natércia Fortunato, apenas informou que o advogado do pai da menor já havia sido notificado da decisão e que o mesmo apresentará razões de agravo de instrumento.

O PROBLEMA É QUE AO CONTRÁRIO DO BRASIL, PORTUGAL PROTEGE SEUS CIDADÃOS E DIFICILMENTE IRÁ SE POSICIONAR A FAVOR DE UM ESTRANGEIRO, EM DETRIMENTO DOS SEUS CIDADÃOS!!!

PS: Continuo sem qualquer contato com minha filha, não sei como ela está sua saúde física e mental. Lamentavelmente, as autoridades brasileiras tambem parecem pouco se importar com o bem-estar da criança, e o quão ela esteja abalada emocionalmente com esse absurdo que fizeram conosco.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Caso Maria Clara: Justiça determina que menina seja periciada.


Sexta, 09 de Março de 2012 - 11:00

Caso Maria Clara: Justiça determina que menina seja periciada

por Cláudia Cardozo


A juíza substituta Mei Lin Wu Bandeira, da 11ª Vara Federal acatou parcialmente o pedido feito pela Defensoria Pública da União na Bahia (DPU-BA) sobre a necessidade de se fazer uma perícia na menina Maria Clara, que foi repatriada a Portugal em dezembro do ano passado, por uma decisão da Justiça Federal na Bahia. O defensor público João Paulo Lordelo, que defende o caso, nomeou um psicólogo para a realização de perícia da menina de seis anos. A juíza determinou, porém, que a perícia fosse feita de forma indireta, com a análise da documentação anexada ao processo, já que a menina não está no país e não atendeu ao pedido de fosse produzido prova testemunhal.

A defensoria apresentará toda a documentação para realização da perícia, mas recorreu da decisão da juíza ao salientar que a perícia deve ser realizada de forma direta, após o retorno de Maria Clara ao país. Em entrevista para o Bahia Notícias, o defensor público afirmou que a perícia pode ser inconclusiva feita à distância. “A perícia indireta, feita somente com a análise da documentação pode ser inconclusiva. A perícia precisa ser realizada na presença da criança para que seja esclarecido o que melhor para ela”. Lordelo explicou que as partes terão que apresentar questionamentos para que o perito possa esclarecer na análise indireta. “Já apresentamos os questionamentos de qual é a vontade da criança, qual o melhor local para se desenvolver. A partir disso, a perícia emitirá um laudo para Justiça, que corre o risco de ser inconclusivo”. O defensor ainda reforçou a necessidade de que as testemunhas também sejam ouvidas. A decisão da magistrada, para o defensor, é mais um indício da necessidade de prova pericial para a resolução do caso.

Além da perícia, a Justiça determinou que a União preste esclarecimentos sobre as medidas tomadas para o retorno de Maria Clara o quanto antes para o Brasil. Na última semana, foi confirmado que as autoridades portuguesas já têm conhecimento da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que ordenou a volta da criança ao país, e que o advogado do pai da menina já foi notificado da decisão.

Link: http://www.bahianoticias.com.br/justica/noticia/43168-caso-maria-clara-justica-determina-que-menina-seja-periciada.html

quinta-feira, 8 de março de 2012

Para você que é mulher 365 dias no ano...


Para você que é  mulher 365 dias no ano...
Deixo aqui, minha homenagem à todas as mulheres que lutam diariamente por seu espaço, por respeito a dignidade e pelo direito de ir mais além e de ousar ser aquilo que deveras são. Livres!!!
Todo dia é dia da mulher, o ano não se resume a um dia único,porque nós mulheres, lutamos 365 dias por ano para provar que somos capazes de nos superar a todo instante!!
E a luta continua!!!

sábado, 3 de março de 2012

Caso Maria Clara: Autoridades portuguesas já sabem da decisão que determina volta da criança.


A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República confirmou que as autoridades portuguesas já estão sabendo da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que determina a volta imediata da menor, Maria Clara Botelho, de seis anos, ao Brasil. 

A coordenadora-geral da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência (SDH), Patrícia Lamego, informou a decisão de primeira instância e pediu informações sobre o estado de saúde da criança e sua adaptação com a família paterna. Em resposta, a chefe de divisão do Ministério da Justiça de Portugal, Natércia Fortunato, comunicou que o advogado do caso já havia sido notificado. 

Já em comunicado à Defensoria, a coordenadora Patrícia Lamego disse que a SDH só foi informada sobre o cumprimento da ordem de busca e apreensão quando a criança já havia deixado o território nacional. Ela também afirmou que os pedidos de tutela antecipada não são apresentados pela União nos casos de sequestro internacional de menores, a não ser que a criança encontre-se em situação de grave risco à saúde física ou psicológica.



http://www.bahianoticias.com.br/justica/noticia/43108-caso-maria-clara-autoridades-portuguesas-ja-sabem-da-decisao-que-determina-volta-da-crianca.html

sexta-feira, 2 de março de 2012

CASO MARIA CLARA: DPU -Autoridades brasileiras se empenham pelo retorno de menor.


Autoridades brasileiras se empenham pelo retorno de menorImprimir

Salvador, 02/03/2012 – Por meio de ofício enviado ao subdefensor público-geral federal, Afonso Carlos Roberto do Prado, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República confirmou que as autoridades portuguesas já estão cientes da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, determinando a volta imediata da menor M.C.B., seis anos, ao Brasil.

A criança foi levada a Portugal no dia 19 de dezembro, logo após decisão liminar proferida pela juíza substituta Ana Carolina Dias Fernandes, da 11ª Vara Federal da seccional baiana. Ela concedeu a guarda de M.C.B. ao pai português, J.E.S. Horas depois, a decisão da magistrada foi cassada e, desde então, autoridades brasileiras buscam entendimento diplomático para o retorno da menor.

Nos documentos encaminhados à autoridade portuguesa, a coordenadora-geral da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência (SDH), Patrícia Lamego, comunicou a reforma da decisão de primeira instância e pediu informações sobre o estado de saúde da criança e sua adaptação com a família paterna. Em resposta, a chefe de divisão do Ministério da Justiça de Portugal, Natércia Fortunato, apenas informou que o advogado de J.E.S. já havia sido notificado da decisão e que apresentará defesa ao recurso movido pelo defensor federal João Paulo Lordelo.

Já em comunicado à Defensoria, a coordenadora Patrícia Lamego disse que a SDH só foi informada sobre o cumprimento da ordem de busca e apreensão quando a criança já havia deixado o território nacional. Patrícia realçou, ainda, que pedidos de tutela antecipada não são apresentados pela União nos casos de sequestro internacional de menores, a não ser que a criança encontre-se em situação de grave risco à saúde física ou psicológica. “Decisões de natureza liminar, proferidas na primeira instância judicial, têm caráter precário e podem inviabilizar a negociação de salvaguardas”, explicou a coordenadora.

Na defesa da mãe brasileira, João Paulo Lordelo reforçou que a antecipação de tutela de pedido não formulado pela União foi concedida de ofício pela magistrada, o que é vedado por lei. Além disso, segundo ele, a decisão da juíza foi precipitada “porque não houve sequer uma audiência de conciliação nem foi possibilitada a produção de provas”.

Desde o início do conflito, a unidade na Bahia vem recebendo apoio da Administração Superior da DPU. “O caso revela a importância da atuação da Assessoria Internacional da Defensoria Pública da União, que tem estabelecido contato direto com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Autoridade Central Federal, nos termos da Convenção de Haia. Um grande avanço foi dado, tendo em vista que a Autoridade Central Federal tem atuado de maneira diligente, comunicando as autoridades portuguesas, a fim de possibilitar o cumprimento da decisão judicial”, afirmou Lordelo.

Além desse setor, colaboraram com o caso os defensores federais Felipe Dezorzi Borges e Tatiana Melo Aragão Bianchini, ambos pertencentes à 1ª categoria do Distrito Federal.

Memória

A disputa por M.C.B. teve início no ano passado, quando a mãe da menor informou ao ex-companheiro sobre a intenção de permanecer definitivamente no Brasil. O motivo, segundo relatou, seriam os maus tratos aos quais ele a submetia, principalmente quando estavam em território português.

Residindo em Salvador com a filha há quase um ano, A.R.B tinha a guarda provisória da criança quando foi surpreendida por decisão liminar de primeiro grau. A determinação da juíza substituta Ana Carolina Dias Fernandes, proferida um dia antes do recesso judiciário, sustentou-se em pedido de busca e apreensão da menor movido pelo pai perante o governo português, que reconheceu a retenção ilícita de M.C.B. no Brasil. O pedido de Cooperação Jurídica Internacional Direta feito por Portugal teve por base a Convenção de Haia sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças, da qual o Brasil é um dos signatários.

Entretanto, no dia 18 de janeiro, o desembargador Jirair Aram Meguerian, relator natural do agravo de instrumento interposto pela Defensoria Pública da União da Bahia conservou a deliberação do próprio tribunal que, em 20 de dezembro, cassou a decisão da magistrada e decretou a volta imediata da menor M.C.B. ao país.

Meguerian considerou que, como a criança já se encontrava no Brasil há quase um ano, a decisão do desembargador Almícar Machado – ordenando, além do retorno imediato da menor, a produção de provas – deve ser restabelecida até a promulgação da sentença. Dessa forma, de acordo com ele, “o julgador terá fundamentos em elementos robustos da solução menos prejudicial à criança”.

Leia mais


Comunicação Social DPGU




http://www.dpu.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7606:autoridades-brasileiras-se-empenham-pelo-retorno-de-menor-ao-pais&catid=79:noticias&Itemid=220

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CASO MARIA CLARA :Mise-en-scéne, farsa!!!


No último dia 20 de fevereiro, recebi um e-mail do genitor da minha filha após mais de 2 meses de profundo silêncio. Para minha surpresa, devo confessar, pois desde o primeiro momento em que fui obrigada a entregar minha filha no Consulado de Portugal, ele impediu-me  até de despedir-me de Maria, precisando inclusive da intervenção do oficial de justiça para que me fosse permitido abraça-la.
Mise-en-scéne, porque na realidade, o teor do email que me foi enviado por José Eurico só confirma o tipo de pessoa que ele é: manipulador, vingativo e cruel. Afirma José Eurico, que eu jamais tentei entrar em contato com a minha filha e por isso ele estava a partir de agora me "autorizando" a fazê-lo. Grande farsa, para justificar o cruel afastamento  entre mãe e filha imposto por ele. Eu liguei inúmeras vezes para o celular dele e tive todas as ligações rejeitadas. O mesmo aconteceu com minha mãe, minha irmã e outros membros da minha família. Na realidade, o que José Eurico deseja é esquivar-se da acusação de ALIENAÇÃO PARENTAL, bem como de não cumprir a decisão  do TRF que ordena o retorno de MARIA CLARA ao Brasil.
Enquanto isso, minha filha segue sem qualquer contato comigo ou com  o restante da minha familia, pois seu genitor esta alheio aos sentimentos da criança. O que  é relevante para  o genitor de minha filha é tê-la como um instrumento de vingança contra mim, como um trofeu que ele poderá exibir em Portugal, para dizer a todos: Eu ganhei!!!
 O problema, é que infelizmente o genitor da minha filha além de ser egoista e sádico, é irresponsável. Ele está se divertindo com tudo isso, alheio às consequencias negativas que trará a Maria. O problema dele não é ficar com a menina, é se vingar de mim. E isso infelizmente ele conseguiu por conta de uma falha da justiça brasileira, que espero que seja retificada o mais rápido possível!

PS.: Até a presente data não recebi qualquer e-mail ou ligações para que fosse viabilizado o contato com minha filha.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CASO MARIA CLARA: VOLTA ÀS AULAS!!

Hoje começa de forma efetiva às aulas da rede particular de ensino. Após longo período de greve da PM na Bahia, os baianos retomam a sua rotina. Como não poderia ser diferente a Escola de Maria Clara também já reiniciou as aulas, por isso a minha preocupação. Maria tem que retornar ao Brasil o quanto antes, para dar seguimento ao processo de alfabetização que fora iniciado aqui no Brasil.
Desejo que a justiça aja com celeridade, e que a diplomacia brasileira consiga trazer Maria Clara o mais breve possível para o nosso país, pois enquanto reina a apatia, enquanto não se age com empenho e rapidez, uma criança inocente esta sendo prejudicada não só na parte educacional , mas sobretudo no aspecto emocional. Agora, no próximo dia 19 de fevereiro completa dois meses que minha filha não me vê, que não sei qualquer notícia dela. Apesar de ter ligado inúmeras vezes, nunca consegui falar com a minha filha, aliás, sequer fui atendida. Todos da família já tentaram contactar Maria, sem que tenhamos obtido qualquer êxito!
Desejo que a  justiça brasileira, através dos seus órgãos competentes, um maior empenho para que promovam o retorno de Maria ao Brasil. As professoras, os coleguinhas e toda a família esperam ansiosamente pelo retorno de nossa princesa!!!

                                                        Foto de Maria Clara na Escola


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Apesar da lei, do Poder e das sentenças dos juízes, eu creio na Justiça!

http://www.gerivaldoneiva.com/2012/01/apesar-da-lei-do-poder-e-das-sentencas.html



Apesar da lei, do Poder e das sentenças dos juízes, eu creio na Justiça!



Não os perdoem: eles sabem o que fazem!
Ao povo do Pinheirinho!
Gerivaldo Neiva
 
 
Para o governador, a culpa é da Justiça.
Para toda imprensa, a Justiça determinou, mandou, decidiu, despejou...
Para o Juiz que assinou a ordem, cumpriu-se a Lei e basta: Dura lex sede lex!
Para catedráticos cheirando a mofo, o Estado de Direito triunfou!
Para o Coronel que comandou, ordens são ordens!
Para o soldado que marchou sobre os iguais, idem!

Ei, Justiça, cadê você que não responde e aceita impassível tantos absurdos?
Não percebes o que estão fazendo com teu nome santo?
Em teu nome, atiram, ferem, tiram a casa e roubam os sonhos e nada dizes?
Tira esta venda, vai!
Veja o que estão fazendo em teu nome! Revolte-se!
E o pior dos absurdos: estão dizendo teus os atos do Juiz e do Poder que ele representa!
Vais continuar impassível?
E mais absurdos: estão te transformando em merdas de leis.
Acorda, vai!
Chama o povo, chama o Direito das ruas e todos os oprimidos do mundo e brada bem alto:
- Não blasfemem mais com meu nome! Não sou o arbítrio e nem a ganância! Não sou violenta, nem cínica e nem hipócrita! Não sou o poder, nem leis, nem sentenças e nem acórdãos de merda!
Diz mais, vai! Brada mais alto ainda:
- Eu sou o sonho, sou a utopia, sou o justo, sou a força que alimenta a vida, sou pão, sou emprego, sou moradia digna, sou educação de qualidade, sou saúde para todos, sou meio ambiente equilibrado, sou cultura, sou alegria, sou prazer, sou liberdade, sou a esperança de uma sociedade livre, justa e solidária e de uma nação fundada na cidadania e dignidade da pessoa humana.
Diz mais, vai! Conforta-nos:
- Creiam em mim. Um dia ainda estaremos juntos. Deixarei de ser o horizonte inatingível para reinar no meio de vós! Creiam em mim. Apesar da lei, do Poder Judiciário e das sentenças dos juízes, creiam em mim e não perdoem jamais os que matam e roubam os sonhos em meu nome, pois eles sabem o que fazem!

* Juiz de Direito (Ba), membro da Associação Juízes para a Democracia (AJD)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Dr. Gerivaldo, seu texto renova minha esperança de que é possível vivermos numa sociedade livre, justa e solidária, onde o mal não triunfe e onde a verdadeira justiça não pereça amordaçada e impotente diante da omissão dos bons juristas desse país.
Adriana Botelho
 
 
 
 

CASO MARIA CLARA : E POR FALAR EM SAUDADE....

...E POR FALAR EM SAUDADE....
Hoje, ao longo de todo o dia recebi diversas mensagens alusivas ao dia da SAUDADE. Queridos amigos, sinto vos informar que desde o dia 19 de dezembro de 2011, SAUDADE tem sido uma palavra, um sentimento constante na minha vida  e de toda minha familia. Outrossim, desejo imensamente comemorar no ano vindouro o dia da SAUDADE com vocês, como um dia especial, como uma exceção e não como uma constante em minha vida!
E falando em Saudade, fez-me lembrar de uma cantora exepcional Cesária Évora , uma Caboverdiana que cantava uma música que tanto gosto e me é muito especial "SODADE".

Bjooooo grande, minha princesa!



domingo, 29 de janeiro de 2012

CASO MARIA CLARA: Judiciário em ritmo de CARNAVAL!!!

O judiciario brasileiro apressou-se em tirar minha filha dos meus braços e entregá-la ao pai, que em contrapartida, correu contra o tempo para retira-la do Brasil o quanto antes, para que quando essa decisão absurda da juiza Ana Carolina Dias fosse revogada, minha MARIA já estivesse bem longe do nosso país. E agora que a decisão da juiza foi revogada, porque o judiciario anda a passos de tartaruga para fazer cumprir a decisão do TRF? É como se costuma dizer da Bahi; Para o judiciário baiano o ano só começa depois de março, porque aqui na Bahia, já estamos em ritmo de CARNAVAL!!!



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Protocolos- Texto de Elaine Cesar

Li esse texto e identifiquei-me imediatamente com ele, o texto de Elaine Cesar consegue traduzir com uma nitidez absurda os sentimentos que existem em mim. A indignação,a revolta, o sentimento de abandono e impotência diante das arbitrariedades cometidas pelo judiciário brasileiro. Ainda tenho esperança que o mal  e a mentira se revelem, e que o bem e a justiça enfim possam prevalecer! 
By Adriana Botelho




Blog::Câncer, Gravidez e Alienação Parental.olos



Protocolos.


Julgamento.


 substantivo masculino

ato, processo ou efeito de julgar

1    Rubrica: termo jurídico.
      ato pelo qual a autoridade judicante, depois de examinar os autos do processo e formar sobre ele um juízo, expõe e justifica sua decisão para a solução do conflito
1.1    (sXV)Rubrica: termo jurídico.
     a sentença de um juiz, de um tribunal, que pode ser condenatória ou absolutória; resolução,    decisão resultante de uma disputa judicial
Ex.: obtiveram um j. favorável à greve deflagrada
2    Rubrica: termo jurídico.
      audiência de um tribunal perante o juiz
Ex.: ele tem o j. marcado para o próximo mês
3    apreciação crítica, opinião favorável ou desfavorável sobre alguém ou algo; juízo, parecer
Ex.: era dado a fazer j. precipitados



Quem julga o que? Quem julga aquele julga? Há um julgamento daqueles que julgam?

A maior falha em todo meu processo litigioso de fixação de guarda, na minha opinião, foi a minha total ignorância, falta de conhecimento sobre essa máquina do Poder Judiciário. Não tinha a menor noção de como tudo isso funciona; hoje, não sou expert, mas já consigo entender a hierarquia, reconhecer algumas expressões que não fazem parte do meu vocabulário. Hoje já consigo acompanhar matérias como as que foram publicadas nessa semana em vários jornais e revistas sobre as declarações da Ministra Eliana Calmon “coração” do CNJ, Conselho Nacional da Justiça sobre “bandidos que estão escondidos atrás da toga” , “casta de supertogados, que se acham acima do bem e do mal.”

Hoje leio esses artigos e consigo entender o peso de tudo isso.
Hoje eu sei de perto a responsabilidade que se tem um juiz na vida de um pessoa qualquer.
Antes de tudo isso acontecer, eu sequer tinha consciência do tamanho desse poder.
Eu sempre acreditei que cada ser humano deveria cumprir seus deveres de cidadão; pagar impostos, respeitar as leis de sua comunidade, respeitar o próximo bla bla bla bla – e assim viveria de maneira tranqüila dentro de sua realidade. Mas não é. Definitivamente não é assim.
Qualquer pessoa está submetida a esse poder maior, que é essa figura representado por um homem/mulher que em “ salas de julgamento, sentam sempre um degrau acima das outras pessoas , vestem uma roupa diferente; a toga (que na Roma antiga distinguia cidadões dos escravos), e são chamados de excelência ou meritíssimo.” (revista Veja 01.10.2011) alem de receberem uma infinidade de benefícios- Qualquer pessoa pode ser acusada de qualquer coisa e se ver presa dentro dessa teia que é o Poder Judiciário.

E eu caí dentro desse universo, simplesmente porque um homem resolveu dedicar todos os momentos de sua vida em me destruir.
E por causa disso tive que mergulhar nesse mundo de maneira involuntária e me deparar com toda essa realidade.

Nessa semana a discussão corre em volta dos juízes “bandidos”, “corruptos” que deveriam, ao contrario cumprir a lei com mais rigor.
Da necessidade do CNJ continuar podendo julgar os magistrados que de alguma forma cometem atos inescrupulosos.
Porém, toda essa discussão me levou a uma outra questão; sobre a maneira de como se julga, sobre arbitrariedade também. Não só bandidagem e corrupção.
Juízes e Desembargadores tomam decisões que podem alterar o rumo da vida de pessoas de uma maneira radical e num determinado momento suas decisões são definitivas.
Sabe-se que o desembargador , é o juiz responsável por analisar os recursos contra sentenças nos tribunais de justiça, ou seja, julgam a sentença dada por um juiz de primeira instancia em um determinado ponto do processo. Não concordando com algum despacho de um juiz, corre-se para esse recurso. Porém, não é quem da a sentença final. Esse papel volta a ser do juiz de primeira instancia.

Com tudo isso, o poder das sentenças ficam nas mãos de poucas pessoas que são responsáveis por muitos, muitos casos. Quando entendi esse trâmite, fiquei em pânico, pois vendo que os processos são livros com mais mil páginas, que andam de cima pra baixo literalmente em carrinhos tipo de supermercado- ficou claro pra mim, que essas decisões são dadas muito mais pelo instinto do que pela conclusão de provas, petições, etc.
E esse instinto pessoal é construído durante uma vida toda baseada numa série de experiência vividas por essa pessoa. A decisão vai ser dada também com o olhar particular daquele profissional. Com a emoção daquele momento.
Percebi que esses juízes, alem de ter que ter uma reputação invejável, deveriam ter uma experiência de vida também intensa. Deveriam estar ligados, plugados conectados com o mundo on line 24 horas por dia. Todos os dias do ano.
Eles são obrigados a se deparar cm uma infinidade de realidades, verdades, religiões, crenças, leis que podem mudar o rumo de suas decisões pessoais. No meu caso, os profissionais foram obrigados a mergulhar também no aspecto psicológico do ser humano, um assunto que não é dominado por todos.

Imagino, no caso onde as questões são religiosas.
Como esses juízes são preparados? Onde buscam suas fontes?
Não deveria, essas decisões serem tomadas sempre por um grupo?
E sempre serem julgadas, por outro? Talvez aumentasse muito a burocracia que já é enorme, mas esse poder absoluto do judiciário despertou em mim muitas questões.

Desde do início, pra mim era claro que meu caso só deveria ser “julgado” depois que a realidade fosse revelada. E não revelada através de palavras escritas por advogados – que também vivem distantes da realidade do réu- que fosse revelada através de visitas, entrevistas e uma profunda investigação da realidade como ela é.
Simples assim. Por uma perícia que deveria ter sido feita imediatamente e não 7,8 meses depois. Num primeiro momento, antes de surgir a acusação de abuso sexual (que surgiu quando eu retomei a guarda de Théo ano passado)- o pai recebeu uma liminar com guarda provisória de meu filho simplesmente por contar que Théo estava num espetáculo para maior de 18 anos conseguiu convencer através de um discurso dramático que ele corria riscos. (Na verdade, estava no teatro com a mãe que trabalhava no espetáculo, como tantas , tantas crianças que viveram, cresceram em coxias enquanto acompanhavam seus pais artistas em suas carreiras. Não corria risco nenhum. Estava rodeado por um grupo de trabalhadores que o tratavam com carinho e respeito e que o pai sempre freqüentou e admirou. ). O juiz, nesse caso uma juíza assinou o documento afastando a criança da mãe, sem nenhuma chance de defesa. E soube disso através uma mensagem de celular. (jamais vou esquecer esse dia- a primeira vez que tive uma crise nervosa de verdade).

Esses profissionais deveriam ser punidos também por decisões arbitrárias e parciais como essa. Um juiz não pode julgar valores. Não pode.
Rafael transformou o Teatro Oficina como um teatro pornográfico, onde se praticava sexo explicito, mas nunca se deu ao trabalho de contar aos profissionais que enganou, que esse “teatro” ( 50 anos) estava em turnê financiado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobrás, que estávamos pelo Brasil levando 4 peças gratuitas para um publico de mais de 1500 pessoas (cada espetáculo) que jamais tiveram oportunidade de ir ao teatro e que esse mesmo teatro dava Oficinas gratuitas ensinando a aqueles que interessavam, a arte de fazer arte. Que o diretor desse teatro esta criando uma Universidade e com apoio do nosso governo. Conseguiu criar uma “realidade” deturpada que só foi aceita, porque os magistrados daquele momento não tinham sequer nenhuma informação cultural daquela situação.
Rafael também não contou que sempre teve o desejo de entrar pro grupo, chegando até mesmo almoçar algumas vezes na casa do próprio diretor Zé Celso Martinez Correa, tentando uma vaga de assistente de direção.


Tudo isso criou uma nova visão de sociedade pra mim. Aliás, uma nova visão de mundo, de vida.
Como somos frágeis.
Como é fácil destruir a vida de uma pessoa, quando se opta por destrui-la judicialmente; fabricando provas falsas, relatos mentirosos, mascarando a realidade de uma maneira que só uma mente inescrupulosa poderia fazer, sem se importar com o bem estar e felicidade até de seu próprio filho. No Brasil, primeiro a pessoa é considerada culpada e precisa provar a inocência, isso alem de custar muito caro, pode levar uma vida toda.
As vezes sinto que tenho mais poder e resultado na minha busca da cura do câncer do que tive nesses 12 meses enfrentando essa burocracia judicial. Mesmo agora, feliz da vida com o final da perícia e com o resultado positivo pra nós; um nó fica na minha garganta por todo esse tempo de dor e e que Théo esteve longe, vivendo uma realidade que não é a dele. Tempo que nunca voltará.
É necessário uma reavaliação de tudo isso, de como se JULGA.
Depois que publicquei que estava com Théo, recebi uma infinidade de emails, com tantas mães e pais em situações parecidas e agora cheios esperança em seus próprios casos.

Juízes deveriam atuar como a maioria dos médicos.
Buscarem sempre um único objetivo. A CURA. E se essa não existir, buscar maneiras para se tenha uma vida melhor, tranqüila. Para que a comunidade viva em harmonia.
Em todo meu tratamento a idéia é essa: CURA.
Passaram médicos bacanas, outros nem tanto. Alguns eu não gostei pela maneira de se comunicar, mas todos, todos buscam só um objetivo. E seguem todos protocolos que dão ao paciente segurança em todo o tratamento.
PROTOCOLOS. PROTOCOLOS.PROTOCOLOS.
Tive sorte, em todo momento soube estar no caminho certo com pessoas certas, por isso o sucesso e tranqüilidade dessa briga contra o câncer.

Sempre fui a favor de leis. Sempre fui a favor de uma disciplina que busque a ordem, mais que a ordem; o respeito. E essas leis, em algum sentido na sociedade ajudam a buscar essa ordem. Mas leis que preservem a individualidade de cada pessoa, seus valores, suas crenças.
Théo em casa sempre foi educado assim.
Rudá será também.
Vão crescer sendo indivíduos únicos dentro de uma comunidade. Que tem seus próprios pensamentos, idéias, desejos.
E podem crescer com tudo isso e viver em plena harmonia com a sociedade. Quero que sejam mais atentos do que eu, e talvez que tenham mais curiosidade em conhecer o funcionamento de estruturas, mesmo que não façam parte diretamente do universo deles. E, Deus, por favor, torne-os menos ingênuos que sua mãe. Infelizmente, vou ter que ensinar a sempre desconfiar antes de confiar.

Espero que a Ministra Eliana Calmon consiga chegar em seu objetivo. Juízes, desembargadores, promotores devem atuar num ambiente onde saibam que estão sendo observados, criticados e que possivelmente possam ser julgados por seus atos.

O pai do meu filho, determinado em sua luta , foi mais longe. Informado de como funciona toda essa máquina conseguiu com sua lábia ( e talvez com alguma indicação) convencer um Promotor de Brasília a mover uma ação contra mim para destituir o pátrio poder e manter Théo afastado de mim por no mínimo 500 mts . Tudo para que eu recebesse uma sentença muito dura. Quase uma sentença de morte. Poucas mães recebem essa sentença. Os casos onde isso acontece nem quero descrever aqui pra não cometer o erro de um pré julgamento. Esse promotor me processou. Processou uma mulher, uma profissional com mais de 20 anos de uma carreira sólida, processou uma cidadã que paga seus impostos desde os 18 anos, que declara Imposto de Renda desde então, que respeita as leis de sua comunidade, uma diretora que tem em seu repertório muitas, mas muitas campanhas publicitárias educativas contra drogas, sobre vacinação, saúde para o Ministério da Saúde. Processou, de uma maneira cruel em um texto que quero esquecer para sempre, um mãe absolutamente dedicada e apaixonada por seus filhos, que por acaso nesse momento ainda briga contra um câncer.
Me transformou numa mulher perigosa, bandida.
Não poderia citar ninguém para exemplificar essa mulher.
E tudo isso por que? Nunca vou poder responder.
Foi levado a uma realidade falsa por um discurso inflamado de um homem que está doente, muito doente, e que insatisfeito com o andamento do processo em SP e subestimando o Fórum João Mendes, não respeitou a Pericia em andamento, foi a Brasília e de má fé procurou um promotor, que como eu, caiu nas mentiras dele.
Eu também não percebi a verdadeira personalidade desse homem e por isso talvez não pudesse criticar esse promotor, mas não sou uma magistrada, e a minha opinião não vai decidir o destino da vida de ninguém, muito menos de uma criança de 4 anos de idade.

Esse promotor poderia até acreditar e comprar a causa desse “pai”, mas só depois de uma averiguação séria, profunda. No mínimo uma entrevista comigo, essa pessoa que esta julgando de uma maneira tão arbitrária.
São essas ações que devem ser averiguadas. Esse excesso de poder que deve ser revisto. Por muito pouco, quase conseguiu. Só não conseguiu porque dentro dessa máquina, como diz a própria Ministra, os profissionais sérios e corretos são em maior numero. Um juiz experiente e muito correto, antes de assinar a liminar dando a tutela ao pai, exigiu que a mãe tivesse direito a defesa, como desde do início dessa loucura toda deveria ter acontecido.
“Criticar juízes que cometem desvios, e eles são a minoria, é defender os bons magistrados; significa separar o joio do trigo.”

Assim, os bons profissionais seriam reconhecidos e todos nós, obrigados a ser submetidos a essa máquina poderiam dormir tranqüilos, mesmo vivendo um absurdo tão grande como estou vivendo agora.

E tudo isso sabendo, que mesmo um “bom” juiz como qualquer ser humano pode errar, e nesse caso, deveriam reconhecer esse erro com humildade e utilizar como experiência para uma próxima assinatura em um despacho.

Essa tal Eliana é uma baiana arretada. E espero que ela não desista de correr atrás de fazer cumprir o papel do Conselho Nacional da Justiça e incomodar os togados da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) que sob o pretexto de defender "a independência do Poder Judiciário", e assim manter todos seus privilégios e a certeza de impunidade estão lutando contra essa guerreira.